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Segundo dia do Bahia Moda Design 2013 por Nathália Luna em 29 de setembro de 2013
Segundo dia de BMD cheguei cedinho para assistir a mesa redonda sobre “Identidade da moda baiana (brasileira)” com Ronaldo Fraga, Claudio Silveira, Virginia Moraes, Mary Design e Juliana Rabinovitz com mediação de Phaedra Brasil. Muito bom ouvir e pensar sobre o rumo da moda no Brasil e como melhora-la usando o que temos aqui e investindo na nossa regionalidade, inspirador. Logo depois começaram os desfiles para encerrar a programação desse ano. Se na noite anterior vimos muito branco, amarelo, laranja e azul em tecidos leves e fluidos, o segundo dia foi bem diferente, o preto dominou a passarela na maioria dos desfiles e peças mais invernais pesadas se destacaram.

Gefferson Vila Nova
O vencedor do concurso Novos Talentos do Shopping Barra desse ano abriu o ultimo dia de desfiles trazendo peças mais pesadas, como jaquetinhas (uma delas estava bem no clima ‘Thriller’, hehehe), casacos e saias com um movimento lindo com babados apenas na parte da frente. preto, laranja, vermelho e azul marinho com assimetrias, recortes, e muita textura foram predominantes na passarela. Ah, essa coleção será desfilada na Casa de Criadores, parabéns Gefferson!

Jeferson Ribeiro
O desfile mais intrigante do BMD ficou por conta do estilista, que apresentou looks monocromáticos em preto, branco e azul.  A silhueta minimalista ganhou detalhes com o mix de tecidos, especialmente sobreposições de tecidos transparentes, o perolado chamou a atenção – me lembrou aquele não tecido que embala eletrodomésticos. A beleza foi mais ousada, usando cílios postiços na parte inferior do olho e máscara de cílios branca na parte de cima, uma ótima ideia, mas acabou deixando o olhar pesado demais (tristonho, na verdade), além de ter ficado visível o incomodo das modelos que não paravam de piscar e apertar os olhos.


Mahalo
A marca fez o desfile mais surpreendente do Bahia Moda Design, trouxe seu beachwaer recheado de estampas-desejo com temas tropicais, as cores circularam entre azuis, amarelo, verde e branco (as cores da bandeira) a inspiração foi o Brasil e suas riquezas. A modelagem das peças chamou atenção tanto quanto as estampas lindas da fauna e flora do país, fiquei apaixonada por uma calça de cintura alta com estampa até o joelho! A Mahalo levou pra passarela o melhor do seu feminino com saias e vestidos com fendas laterais, tops croppeds e muita leveza nos tecidos. E de seu masculino também, com assimetrias nas laterias (me lembrou levemente o que a Tempt mostrou no dia anterior, só que menos evidente), estampas degradê, t-shirts e muita bermudinha no estilo retrô, de cintura mais alta, barra dobrada e corte de alfaiataria.


Maddá
Responsável por fechar os desfiles, a Maddá o fez com chave de ouro, a cantora Katê entrou ao vivo e fez a trilha sonora do desfile que teve o tema “Paraiso tropical”. O clima dos anos 70 – com um toque dos 60 – invadiu a passarela em forma de cores, estampas e modelagens. O laranja, rosa, azul, preto e branco foram as cores predominantes, nos vestidos de cintura marcada com os ombros de fora, pantalonas, macacões e franjas. Para evidenciar o ciganismo que inspirou a estilista da marca, Adriana Liberato, os acessórios usados foram confeccionados especialmente para a Maddá.

Deu pra perceber que esse verão vai ser cheio de cor, né?! Laranja, rosa, amarelo, azul e branco vão reinar pelas ruas soteropolitanas com toda a levez que o calor daqui merece, hahaha.


Fotos: Diferente Imagens

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nathália luna

Oi! Eu sou Nathália Luna, mas pode me chamar de Nathi. Sempre achei Nathália um nome sério demais, principalmente, para uma aquariana com ascendente em áries que desde a infância fazia experimentos fashion com sacolas de plástico como roupas e saia desfilando pela casa.

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